A CHINA E O DÓLAR
Dólar fecha o dia cotado a R$ 4,03. Culpa da China, que anunciou mais um recuo na sua produção industrial. A notícia fez a Bolsa de Xangai cair 7% e chegou a interromper os negócios. No Brasil, A Bovespa também fechou em queda de 2,79% – mesmo patamar de 2009. O FMI alerta que a desaceleração chinesa impacta na economia mundia. Por aqui, o principal impacto econômico é a provável queda nas commodities.

BALANÇA POSITIVA
A balança comercial brasileira fechou o ano com saldo positivo de R$ 19,7 bi. O resultado é explicado pela queda das exportações e maior retração das importações. Mesmo com o maior volume exportado da história do comércio exterior nacional, os preços dos produtos tiveram queda. Analistas esperam superávit maior em 2016, ainda influencido pela alta do dólar e o ritmo lento da demanda doméstica.

AUMENTO ABAIXO DA INFLAÇÃO
Os servidores públicos federais vão ter aumento diferenciado. Diferente da regra aplicada nos últimos anos, de correções lineares para todas as carreiras, os reajustes vão variar de acordo com a situação. A maior parte dos servidores vai receber 5,5% em agosto e mais 5,5% em janeiro. Carreiras de Estado fecharam um acordo de 27,9% em quatro anos e o militares de 25,5% entre 2016 e 2019. Com isso, o governo estima um gasto extra de R$ 3,9 bi, neste ano, e de R$ 15 bi por ano, entre 2017 e 2019. A prática de diferenciar os reajustes já foi adotada antes, no governo FHC.

ALI NA VENEZUELA
Hoje, o novo parlamento toma posse na Assembléia Nacional da Venezuela. É esperada hostilidade por parte dos governista já os novos parlamentares são de oposição. Na eleição de dezembro, a aliança opositora Mesa de Unidade Democrática (MUD) conseguiu 112 das 167 cadeiras na Assembléia. Os governistas prometem hostilidade. O novo chefe da Casa, Henry Allup, foi barrado por funcionários chavistas e teve que deixar a Casa escoltado por policiais. Apoiadores do presidente, Nicolás Maduro, também saquearam equipamentos da emissora de TV parlamentar, que saiu do ar.


 

POST SCRIPTUM
1,5 milhões de casos de Dengue foram registrados no país até a primeira semana de dezembro. O número voltou a crescer em todo o Brasil. O maior avanço foi no Centro-Oeste, onde a incidência passou de 21 para 45 casos por 100 mil habitantes.

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