O FATO
A Câmara dos Deputados aprovou ontem por 272 a 199 votos, a chapa de oposição para Comissão Especial que vai decidir se o processo de impeachment contra Dilma continua ou é arquivado. A sessão foi tensa e confusa, marcada por embates físicos, xingamentos e urnas quebradas. A confusão aumentou porque o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, autorizou a votação secreta para o caso. O PC do B, da base aliada, entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal para invalidar o processo de votação.
E AGORA
No final da noite, o ministro do STF, Edson Fachin, decidiu suspender instalação da comissão, que deveria ocorrer hoje, e os outros prazos do processo até a avaliação da Corte. O plenário do STF deve analisar a validade da votação na Câmara no próximo dia 16. De acordo com Fachin, o objetivo é evitar que, no futuro, esses atos possam ser anulados pelo Tribunal.
NUM FUTURO PRÓXIMO
Das 65 vagas da comissão, 39 haviam sido preenchidas até a votação. Com o resultado atual, a estimativa é que 60% dos integrantes da Comissão, que deverá ser completada hoje, sejam de favoráveis ao impeachment.
(Globo, Estadão, Folha, Valor)

NOTA DE RODAPÉ
O Conselho de Ética da Câmara adiou, mais uma vez, a votação da admissibilidade da cassação do mandato do presidente da Casa, Eduardo Cunha. A próxima sessão com Conselho está marcada para hoje.
(Folha)

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