O governo prepara ofensiva nos âmbitos político, jurídico e social. Ricardo Berzoini se reúne hoje com líderes da base. Já Dilma recebe, amanhã, os governadores. Hoje, a presidente se reúne com 30 juristas contrários ao impeachment para apresentar estratégias de defesa.  No setor social, o Planalto conta com a militância petista.
No lado contrário, defensores do impeachment intensificam a busca de apoio do empresariado, considerado fundamental pelos dois lados da disputa. Os contatos com o setor produtivo começaram na sexta passada. O recado aos políticos foi claro: eles têm pressa em encontrar uma situação para a crise. A principal preocupação dos empresários é entrar 2016 sem uma definição. O Planalto avalia que, se o empresariado fechar a questão pelo impeachment, vai ser difícil evitá-lo.
Para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, Dilma deve enfrentar o processo de impeachment “deixando claro quais são suas prioridades econômicas, até onde quer ir nas reformas e como pretende engajar a sociedade, o mundo de negócios e o parlamento nessas reformas”.
Dentro do Planalto, a situação não é tranquila. Depois de Dilma dizer que espera confiança integral do vice-presidente Michel Temer, ele rebateu dizendo que a presidente nunca confiou nele. A declaração de Temer surgiu em conversa com amigos. O vice-presidente não se manifestou publicamente a favor de Dilma e afirmou que não cabe a ele fazer oposição nem liderar movimentos para tirá-la do Planalto.
(Globo, Estadão, Folha, Valor)

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