O Instituto Lula e o PT estão formulando uma política econômica para flexibilizar as políticas fiscal e monetária e abandonar o ajuste fiscal em curso. O objetivo é fazer com que a economia cresça pelo menos até a sucessão presidencial de 2018. Para viabilizar a proposta do Instituto Lula, Dilma precisaria substituir o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
Na esteira das conversar, ontem, surgiram rumores sobre a iminente saída de  Levy e Tombini. Levy teria dito que está cansado de não ser ouvido pelo governo.
(Valor)

Para aprovar as medidas econcômicas no Congresso, a presidente já pensa em reduzir o adiamento do reajuste do funcionalismo de sete para três meses e o prazo de vigência da CPMF de quatro para dois anos. Também pode abrir mão de recursos do Sistema S e voltar atrás na proposta de vincular o dinheiro de emendas parlamentares a obras do PAC.
Apesar disso, o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Edinho Silva, afirmou que o governo não tem um plano B ao pacote de ajuste. No mesmo dia da declaração de Edinho, a presidente classificou como golpe a possível tentativa de chegar ao poder usando a crise – uma crítica aos rumores de impeachment.
(Estadão, Globo, Folha)

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