O rombo no Orçamento de 2016 pode ser maior que o apresentado pelo governo ao Congresso e chegar a R$ 70 bi. Levantamentos apontam que o projeto apresenta receitas que ainda não estão garantidas, como a venda de ativos, e por novas concessões. Além disso, o texto não inclui algumas despesas, como a destinada ao pagamento de emendas parlamentares. Somente essas duas rubricas, isoladas, já somariam cerca de R$ 38 bi.
(Globo)

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e a predisente, Dilma Roussef, pedem ao Congresso alternativas para reduzir o déficit de R$ 30,5 bi do Orçamento 2016. Entre as saídas em negociação estão o aumento de tributos e a criação de novos impostos. O Congresso rejeitou compartilhar com o governo o rombo nas contas e não pretente sugerir novos impostos. Mas o presidente do Senado, Renan Calheiros, rejeitou o pedido da oposição para devolver ao Executivo a proposta orçamentária. Num movimento contrário aos pedidos do governo, a Câmara ainda aprovou um projeto que amplia o número de emrpesas que podem aderir ao Supersimples, o que provocará queda na arrecadação.
(Folha, Estadão)

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, avalia que a fase crítica da crise está passando. Para ele, a retração da economia no terceiro trimestre será menor que o recuo de 19,% do segundo trimestre. Nelson Barbosa afirmou ainda que a economia deverá se estabilizar nos últimos meses do ano. As declarações otimistas do ministro foram feitas em entrevista ao jornal Valor Econômico.
(Valor)

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