O Palácio do Planalto determinou que setores estratégicos dos ministérios passem por varreduras regulares contra escutas ilegais. Em pelo menos um ministério, já há rotina quinzenal de varredura. A precupação com gravações ilegais aumentos depois da CPI da Petrobras contratar a empresa de investigação privada Kroll para rastrear e repatriar recursos desviados das estatais. Outras autoridades, também temendo grampos, já reduziram o uso de telefone.
(Globo)

O ministro da Fazenda, Joaquim Levi, é contra a adoção de um intervalo de variação para a meta fiscal. Na visão da Fazenda, a meta de superávit primário de 0,4% do PIB, incluída na emenda do senador Romero Jucá (PMDB/RR) é também muito baixa e não garante melhoras fiscais. As propostas, apesar de criticadas pela Fazenda, serão levadas à presidente, pelo Ministério do Planejamento.
(Valor)

Líderes da zona do euro insistem em medidas severas para renegociar as dívidas da Grécia. A mais polêmica concessão é a perda da soberania fiscal. Partidos gregos chamaram o pacote de humilhação e se declararam contra o acordo. O prazo final para a Grécia decidir se aceita o acordo é a próxima quarta-feira (15). Há perspectiva de nova crise política no país
(Folha, Estadão)

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