Ontem a Câmara aprovou o fim do fator previdenciário e as regras mais rígidas para concessão de pensão por morte. A primeira aprovação foi considerada uma derrota do governo. Com o fim do fator previdenciário, não haverá descontos para contribuintes quando a soma do tempo de contribuição e a idade da pessoa seja 85 anos para mulhres e 95 para homens. Com a mudança, a previsão é de que a Previdência deva gastar mais R$ 40 bi em 10 anos. O governo também foi derrotado na medida que alterava a concessão do auxílio-doença. A medida pretendia aumentar de 15 para 30 dias o tempo que as empresas têm que pagar o auxílio ao trabalhador, antes de acionar o INSS.
(Globo, Estadão, Folha)

O aumento das restrições de crédito e a elevação da taxa de juros estão derrubando o lançamento de empreendimentos imobiliários no país. O ambiente de demanda retraída, confiança do consumidor em baixa e estoques de imóveis elevados também agrava o quadro. No primeiro trimestre, um grupo de 10 grandes empresas realizaram lançamentos com valor 66% abaixo do registrado por elas no mesmo período de 2014.
(Valor)

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