Mudanças no governo serão pontuais, diz Dilma

Dilma admitiu que fará mudanças pontuais na equipe de governo, mas rejeitou a ideia de uma reforma ministerial ampla. A negativa de grandes mudanças frustrou setores do governo e do PMDB e foi mal recebida por investidores.

(Globo, Estadão, Folha)

O dólar subiu 1,2% e fechou a R$ 3,305, maior valor desde abril de 2003. A Bolsa caiu 1,1%, após três dias de alta.
(Folha)

Há pouca margem para atenuar os efeitos do ajuste fiscal no setor produtivo. O Ministério da Fazenda virou a política fiscal de cabeça para baixo com o compromisso de um superávit primário de 1,2% do PIB para 2015, corte de recursos para o BNDES, preparou medidas de aumento de impostos, redução da desoneração das folhas de pagamentos e já congita-se contingenciar o Orçamento. Do seu lado, o Congresso não apoia as iniciativas e o trabalho de ‘catequese’ que deverá ser feito pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy só aumenta. A notícia boa é que o governo federal registrou superávit primário pelo segundo mês consecutivo, esse ano.
(Valor)

Em tempo, The New York Times traz matéria sobre os dilemas da presidente na sua primeira página na web.
Veja a matéria

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