November 2008


Do Na linha do Google

Steve Jobs é um cara teimoso. Ele revolucionou o mundo dos computadores pessoais ao criar o Macintosh, mas viu sua brilhante interface se popularizar por meio do Windows. Não é difícil perceber que o Android, do Google, vai fazer o mesmo estrago no iPhone.
O que deu errado nos anos 80 todo mundo sabe. A Apple apostou em um sistema fechado de computador e sistema operacional, enquanto Bill Gates desenvolveu por uma alternativa capaz de funcionar em qualquer PC – mesmo os mais tranqueiras. Foi uma segunda revolução, mais ampla e mais duradoura, que resultou na popularização dos micros em todo o planeta e fez a Microsoft deixar empresa de Jobs comendo poeira.

Quando o iPhone foi lançado, no ano passado, todo mundo ficou de queixo caído. E não é para menos. Com uma interface inédita e muito intuitiva, o aparelho deixou os outros celulares com cara de tijolões ultrapassados. As vendas estão em alta agora, mas, como eu disse, Jobs é teimoso. O que é o iPhone? Um celular fechado com um sistema também restrito. E o que é o Android? Um sistema que pode ser usado em qualquer smartphone. O Google de hoje é a Microsoft de duas décadas atrás.

O primeiro indício de que a Apple começa a perder terreno surgiu nesta terça-feira. A HTC, fabricante do primeiro celular com Android, o G1, revisou sua previsão inicial de aparelhos produzidos em 2008. Em vez de 600 mil, a empresa pretende despachar 1 milhão de unidades este ano. Para quem não se lembra, o modelo foi lançado há apenas um mês. No ano que vem, outras operadoras vão lançar vários celulares com Android. Quem salvará o iPhone?

por Maurício Moraes

Do AdNews

John C. Dvorak, editor e colunista da revista americana de tecnologia PC Magazine, enumerou razões pelas quais o Google deve “morrer”.

Em artigo polêmico intitulado “O Google tem que morrer”, o especialista classifica a companhia como “porcaria” e cita a “inabilidade” de buscadores para identificar corretamente os sites e o “excesso de informação insuficiente” disponível nas buscas.

A sugestão de Dvorak é “repensar a organização básica da própria internet”

Leia o texto de Dvorak na íntegra:

“Chama-se SEO (Otimização para Sistema de Buscas, na sigla em inglês) e é basicamente o único assunto que o pessoal que trabalha em sites da internet se dispõe a discutir atualmente. Você pode achar que se trata de achar maneiras de enganar os sites de busca (o Google, principalmente), fazendo-os atribuir rankings mais altos do que o normal para determinados sites. No entanto, a discussão aqui gira em torno da idéia de que o Google é uma porcaria tão grande que as companhias acham que precisam usar a SEO para garantir os resultados que elas supostamente merecem.

Ao reverter os processos de operação do Google, os especialistas em SEO podem ver como as buscas funcionam. Da perspectiva do usuário, tão logo você descobre como o Google faz o que faz, é um verdadeiro milagre que consigamos obter os resultados corretos. E, falando por experiência própria, os resultados corretos são, sob muitas circunstâncias, praticamente impossíveis de serem obtidos – e talvez nunca sejam num futuro bem próximo.

Vamos dar uma olhada nos problemas que foram surgindo ao longo dos últimos anos.

Inabilidade para identificar corretamente os sites

Todos os sites de busca têm esse mau hábito, mas às vezes ele se torna visível. É de se esperar que, se eu estiver procurando por algo relacionado a Art Jenkins, e Art Jenkins tiver um site chamado Artjenkins.com, ele seja o primeiro a ser listado pelos sites de busca, certo? Normalmente, porém, essa página não é listada em lugar nenhum.

Muito comércio, informação insuficiente

Parece haver uma crença, no Google principalmente, de que você se conecta à internet exclusivamente porque quer comprar alguma coisa. Pessoas procurando somente informações são uma inconveniência. Isso fica bastante claro toda vez que você tenta encontrar alguma informação sobre produtos populares: tudo que se encontra são sites tentando vender o tal produto. Lanço aqui um desafio: peça ao Google que ache um site que compare honestamente os planos das operadoras de telefonia celular e que te diga claramente qual deles é o mais vantajoso. Tente! Aparecerão centenas de sites com comparações fajutas promovendo apenas o plano que eles estão vendendo. O que é particularmente ruim nisso tudo é que os poucos sites honestos que oferecem informações sem lançar mão do SEO e de todos os outros truques necessários para se chamar a atenção vão aos poucos sendo obrigados a fechar. Ninguém consegue encontrá-los! O usuário deveria ser sempre direcionado ao melhor site, não a um site popular, mas medíocre. Essa é a pior falha do sistema de rankings.

Sites “estacionados”

Já aconteceu de você estar procurando alguma coisa e de repente achar o que parecia ser o site perfeito, ali nos primeiros resultados do Google? Aí, feliz da vida, você clique no link, mas é direcionado para algum daqueles sites fajutos, “estacionados”, cujo nome de domínio foi adquirido por alguém que o entupiu de links para outros sites, na esperança de atrair alguns acessos aleatórios pelos quais será pago 10 centavos cada? Como é possível que o sistema de rankings – se é que ele funciona – garante a sites deste tipo uma boa colocação nos resultados?

Resultados da busca que não se repetem

Já fez uma busca e, uma semana depois, a fez novamente e os resultados foram completamente diferentes? No fim, teve que usar o histórico de buscas na esperança de encontrar aqueles primeiros resultados? Será possível que as coisas mudem tão drasticamente de um dia para o outro que os resultados possam variar de forma tão extrema semanalmente? A ocorrência de resultados estranhos se agrava ainda mais quando você faz as buscas logado ao Google. Eles são customizados pra você de alguma forma? De quê forma?

Os resultados das buscas são absurdamente diferentes quando você está logado ao Google, mas sem que haja qualquer benefício aparente. Não é difícil duas pessoas estarem ao telefone, discutindo sobre qualquer assunto, e de repente tentem achar alguma coisa online. A conversa pode ser mais ou menos assim: “Veja, achei. Digite no campo de buscas ‘ABCD Fix’ e estará lá no quarto resultado entre os listados.” “Não estou vendo. O quarto na verdade se refere a uma empresa que vende comprimidos.” “Você digitou ‘ABCD Fix’, certo?” “Sim, claro.” A conversa dura ainda alguns minutos, até que um dos interlocutores descobre que está logado ao Google.

A solução para toda essa bagunça, que aos poucos vai se tornando pior e pior, é “refinar” os resultados das buscas, ainda que sem inviabilizá-las. O Yahoo! oferecia uma idéia legal na época que o seu sistema de buscas era, na realidade, um diretório com segmentos “controlados” por comunidades de experts.

Essas pessoas eram responsáveis por isolar os melhores sites de cada categoria, coisa que o Google nunca foi capaz de fazer. A base da política de rankings do Google foi colocar no mesmo nível de importância a popularidade e a qualidade dos sites, mas quando os experts em SEO começaram a agir, a estratégia mostrou que não poderia mesmo funcionar.

Teremos que continuar sofrendo enquanto nada melhor surja na rede, mas há pelo menos uma ferramenta crucial que poderia ser facilmente implementada: as notificações de usuário. Os sites “estacionados”, por exemplo, poderiam ser notificados, da mesma forma que você notifica spams num fórum de mensagens ou posts descontextualizados numa lista de discussão.

O risco aqui é que hordas de anormais tentando fechar um determinado site comecem a inundar o Google com notificações falsas – e, nesse caso, manter um mínimo de integridade acabaria sendo difícil. Pessoas com interesses escusos infelizmente já se infiltraram em outros ambientes mais ou menos controlados, como a Wikipedia. Por sinal, um grupo promovendo a urgência de políticas contra o aquecimento global infestou de tal maneira a Wikipedia que qualquer postagem com dados ou opiniões contrárias a ela simplesmente não é publicada, não importando qual seu teor ou relevância.

Uma sugestão que tem aparecido por aí envolve a rede semântica, que, inclusive, antecipa alguns potenciais truques da SEO – mas que, por outro lado, exige um determinado nível de honestidade que jamais poderia ser mantido. Eu sugiro repensar a organização básica da própria internet, usando o mesmo conceito do Google News. Em outras palavras: compartimentar completamente a rede, “rotulando” os diversos sites. Assim, seríamos capazes de empreender buscas limitadas a determinados segmentos e também optar por eliminar sites comerciais que carreguem informações tendenciosas.

Por falar em opções, houve inúmeras tentativas ao longo dos anos de se criar um mecanismo avançado de busca que avaliasse as opções do usuário através de uma rede de perguntas e respostas operada por Inteligência Artificial. É de se imaginar que tal idéia pudesse ter ido muito mais longe do que de fato foi. De qualquer maneira, devemos torcer para que alguém surja com alguma coisa que funcione melhor do que o que temos hoje à nossa disposição. Pois a situação está se deteriorando rápido demais.”

FELIPE MAIA
da Folha Online

A possibilidade de estar conectado o tempo todo faz com que as pessoas levem mais serviço para casa e também usem o horário de trabalho para resolver problemas pessoais. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest indica que 87% dos brasileiros com emprego usam a rede no trabalho para fins pessoais, como checar e-mails e fazer transações bancárias.

Há dois anos, esse índice foi de 89%, o que indica estabilidade nessa prática. Para o Qualibest, a maioria dos funcionários usa a rede do serviço para atividades “sadias”, que não comprometem o rendimento.

Dados deste ano do Ibope/NetRatings indicam que o local de trabalho é o terceiro mais usado para acesso à internet no Brasil, depois das residências e dos locais públicos.

Entre as pessoas ouvidas pelo Qualibest, a maior parte (79%) afirmou que acessa o e-mail pessoal durante o expediente. A lista segue com pesquisas em sites de busca (63%), acesso a sites de notícia (58%) e “internet banking” (52%). Apenas 6% afirmaram que usam jogos na internet do trabalho e 17% dizem usar a rede para baixar músicas. A pesquisa não questionou o acesso a conteúdo adulto.

“Não tem como evitar. As pessoas não são robôs –elas precisam de um tempinho. Quando a pessoa prova ser produtiva, não tem mal nenhum em abrir o e-mail pessoal. Só não pode ficar o dia inteiro no MSN”, afirma Daniela Daud, diretora do instituto de pesquisa.

Sem perder tempo

Apesar da perda de tempo no expediente, grande parte dos funcionários afirma que o uso de ferramentas de interação na internet “não prejudica em nada o seu rendimento no trabalho”. 33% disseram não perder produtividade por causa de recursos como o MSN ou o Gtalk. Para sites de relacionamento como o Orkut esse índice é de 32%.

Segundo a analista, esse uso inclusive não é uma grande preocupação das empresas, conforme mostram os dados da pesquisa –69% dos entrevistados afirmaram que as companhias em que trabalham não impõem qualquer restrição ao acesso à web. Entre os locais que adotam restrições, 87% vetam conteúdo erótico e 83% proíbem o uso de redes sociais como o Orkut.

A pesquisa foi realizada com 1.442 pessoas, com formulário enviado pela internet, entre os meses de setembro e outubro deste ano.

da Folha Online

O inglês Tim Parks mudou-se para a Itália em 1981, quando era um jovem adulto que não sabia bem o que fazer da vida. Sem grandes planos, encantou-se com o sol quente de agosto e o calor abafado de uma pequena aldeia próxima a Verona. Mais que isso: fascinou-se com a alma italiana, aquele “algo” indefinível que parece habitar e definir cada homem e mulher nascido na Itália.

Em “Uma Educação à Italiana”, continuação do best-seller “Meus Vizinhos Italianos” (ambos editados no Brasil pela Publifolha), Tim Parks dedica-se a descobrir como um italiano se torna um… italiano.

O livro está em promoção por tempo limitado no site da Publifolha, de R$ 47,00 por R$ 22,90.

Para isso, ele volta o olhar para seus filhos e os personagens que orbitam ao redor deles: sua mulher italiana Rita, seu sogro, o padre, a professora, o médico, os jovens de sua aldeia e tantos outros.

Leia Predictor, capítulo do livro em que Tim Parks narra um dia de verão sob o sol do Mar Adriático

É através da observação destes tipos reais que Parks pinta, em crônicas autobiográficas, um quadro da família italiana atual, descrevendo costumes, predileções, manias e comentando as leis não-escritas que regem as relações cotidianas na Itália.

As “aventuras” do casal Parks e seus bambinos funcionam como veículo para um exame –ao mesmo tempo divertido e profundo– dos rituais e das idiossincrasias italianas que afloram na escola, em casa, no trabalho e no lazer.

O resultado é uma análise espirituosa dos motivos que fazem os italianos serem tão italianos.

Para o leitor brasileiro, em especial para aquele que tem ascendência italiana, “Uma Educação à Italiana” despertará memórias afetivas e trará à tona sensações de familiaridade com as situações e os tipos descritos no livro.

Tim Parks é autor de 20 livros de sucesso, colaborador de publicações norte-americanas como New Yorker e professor da Universidade de Milão.

“Uma Educação à Italiana”
Autor: Tim Parks
Editora: Publifolha
Páginas: 428
Quanto: R$ 47,00
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 e no site da Publifolha

Movimentos têm certas características definidas, afirmam pesquisadores. Entretanto, variação introduz imprevisibilidade nos movimentos.

Henry Fountain
Do ‘New York Times’
no G1

Odiadas, as baratas correm em disparada em resposta a ameaças, seja ela humana ou de outra natureza. Apesar de esses movimentos não serem aleatórios, eles não são inteiramente previsíveis, afirmam pesquisadores de um estudo publicado na “Current Biology”.

As barata escolhem uma entre várias trajetórias preferíveis quando fogem de um predador, e essa variabilidade é suficiente para confundir os agressores na maioria das vezes.

Paolo Domenici, do Instituto Metodológico de Química do Conselho Nacional de Pesquisa da Itália, e colegas mediram como a barata americana (Periplaneta americana) responde a estímulos de ameaça. Eles descobriram que todos os insetos testados reagiram de forma similar, com sua rota de fuga fazendo um ângulo em relação à direção da ameaça.

Apesar de haver alguma variabilidade, os pesquisadores descobriram que em testes repetidos esse ângulo de fuga variou de cerca de 90 graus (em um ângulo reto na direção da ameaça) a 180 graus (na direção oposta), com picos, ou trajetórias preferidas, de cerca de 90 graus, 120, 150 e 180 graus.

Os pesquisadores afirmam que não fazem idéia do que ocorre no sistema nervoso das baratas para produzir essas rotas de preferência. Mas eles observam que a variabilidade da rota de fuga não é incomum no mundo animal. Assim, com análises mais profundas pode ser possível desenvolver uma teoria geral de como os animais mantêm certo nível de imprevisibilidade.

E por falar nisso, lembre-se da descoberta das rotas de fuga 90-120-150-180 da próxima vez que for perseguir uma barata na cozinha.

da Folha Online

Relatório do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) divulgado nesta terça-feira aponta que, para os povos latino-americanos, poder comprar comida é o fator que mais influencia sua satisfação. A qualidade de vida está associada ainda com ter amigos, boa saúde, crenças religiosas, condições de manter sua moradia e emprego.

O valor implícito destas condições, na sua maioria influenciáveis por políticas públicas, indicam as prioridades para a população local e podem indicar, segundo o BID, caminhos para os governos da região.

Segundo o relatório, os latino-americanos teriam que ganhar uma renda dez vezes maior para “compensar” a satisfação de poder comprar comida, 7,5 vezes mais para compensar a falta de amigos com os quais possam contar e quase quatro vezes mais para superar problemas de saúde.

O relatório apontou ainda que, entre latino-americanos e caribenhos, a Costa Rica é o país onde as pessoas estão mais satisfeitas com sua vida, com 7,4 pontos em uma escala de zero a dez. Em segundo está o Panamá (6,8), seguido pelo México (6,6). O Brasil aparece apenas em nono lugar com 6,2 e nas últimas posições estão a República Dominicana e Haiti, com 4,9 e 3,8 respectivamente.

Estes resultados confirmam o critério subjetivo da qualidade de vida para os latino-americanos e que não há, necessariamente, uma relação entre uma maior renda per capita e a maior satisfação. Assim, a Venezuela, que teve um crescimento médio do PIB per capita de 2% está em quarto lugar na lista de satisfação, com 6,5. Já Trinidad e Tobago, que teve um crescimento de 8,8, o maior da região, aparece apenas em 12º lugar, com escala de satisfação de 5,8.

O BID aponta também, no cenário geral, a proximidade (55%) entre a avaliação dos entrevistados sobre educação, saúde e renda e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da ONU –que mede o desenvolvimento do país com base na expectativa de vida, no nível educacional e na renda per capita.

Contudo, a maioria dos países e regiões –incluindo o Brasil— tem uma visão pessimista sobre sua qualidade de vida apontando índice subjetivo menor do que o IDH da ONU. Os mais pessimistas são o Chile, a Argentina e Peru e os mais otimistas, que apontam um índice subjetivo maior que o IDH, são a Guatemala e a Venezuela.

“No geral, os latino-americanos estão satisfeitos com sua vida, mas é interessante notar que as pessoas de alguns dos países mais pobres são as mais otimistas”, diz Luis Alberto Moreno, presidente do BID, acrescentando que a aparente contradição pode ser resultado do descontentamento gerado pelo crescimento econômico no curto prazo.

Crescimento

O relatório do BID aponta efetivamente uma contradição na avaliação subjetiva da qualidade de vida entre os habitantes de países que vivenciaram um grande crescimento nos últimos anos.

Nestes países, as pessoas tendem a se mostrar menos satisfeitas com suas vidas do que moradores de países com rendas similares, mas que cresceram menos no mesmo período. Assim, em países com crescimento menor que 2% ao ano, cerca de 70% dos entrevistados apontam satisfação com sua qualidade de vida. Já em países com crescimento anual superior a 7%, a porcentagem cai para cerca de 40%.

Segundo o BID, este “paradoxo do crescimento infeliz” pode ser explicado pela exagerada expectativa de aumento do poder aquisitivo e a competição pelo status social e econômico em países de maior crescimento anual.

“As percepções podem ser afetadas pelas diferenças culturais e pelo progresso econômico recente do país. O estudo mostra que o crescimento rápido leva a uma elevação ainda mais rápida das aspirações das pessoas a uma vida melhor. As mudanças aceleradas na economia, e não apenas o nível de renda ou de consumo, acabam afetando o nível de satisfação no curto prazo”, explica Moreno.

Eduardo Lora, economista-chefe do BID e coordenador do estudo, aponta as conseqüências destes resultados para as políticas sociais. “Governos que centram suas políticas exclusivamente no crescimento tendem a perder apoio no longo prazo se não responderem às expectativas mais elevadas que acompanham o crescimento em áreas que vão da educação e saúde à distribuição de renda”, explica. “A dificuldade está em responder a essas demandas sem sufocar o crescimento”.

O estudo foi baseado em pesquisas do instituto Gallup realizadas entre novembro de 2005 e dezembro de 2007, com 40 mil pessoas de 24 países. A margem de erro varia de 3,1 pontos percentuais a 5,1 pontos percentuais, dependendo de cada país.

Da Folha Online

France Presse, em Bruxelas

Livros raros, antigos ou cujas edições se esgotaram, pinturas, músicas, manuscritos, mapas. O projeto Europeana, que a União Européia lança na próxima quinta-feira, pretende tornar acessível em apenas um site o imenso patrimônio cultural das bibliotecas nacionais do continente.

Esta é a idéia do portal multilíngue que armazenará não apenas livros, mas também outras obras digitalizadas em mãos de centros e instituições culturais européias.

“A Europeana representa uma aliança inédita entre as novas tecnologias e o mundo da cultura. Modificará de maneira profunda a forma que cada um terá acesso a partir de agora ao patrimônio cultural europeu”, afirmou a comissária européia da Sociedade de Informação, Viviane Reding.

Como primeira etapa do projeto, dois milhões de obras de arte estarão acessíveis na Europeana a partir de quinta-feira e o objetivo é incorporar mais oito milhões até 2010.

Entre os primeiros conteúdos estarão clássicos literários como “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, e documentos históricos como manuscritos de Beethoven e Mozart.

A criação da Europeana foi o objetivo-chave da iniciativa de digitalização de bibliotecas adotada pela Comissão Européia em 2005 com a intenção de abrir ao grande público o patrimônio cultural e científico dos 27 membros da UE.

Da redação Adnews

As novelas não vivem um bom momento no país. E isso não é problema isolado de uma outra emissora. O fato é que todas elas têm derrapado nos números do Ibope.

A líder Globo amarga as piores médias da história com suas tramas, enquanto na Record o cenário não é muito diferente. A Band decidiu recentemente fechar o núcleo de dramaturgia, o que acabou com 200 empregos. No SBT, a única aposta é “Pantanal”, que almeja incomodar as concorrentes.

As justificativas são várias: culpam desde o trânsito, que atrasa as pessoas e as faz perder o horário das tramas, até a ameaça de novas mídias como internet ou a não tão nova assim TV paga. Há também o argumento de que as pessoas estejam mesmo é cansadas desse gênero que já domina o país há décadas.

Como informa a repórter Keila Jimenez, do jornal “O Estado de S.Paulo”, um pouco de tudo isso contribui paa o mau momento. O público realmente tem migrado cada vez mais para a internet. Em menos de 10 anos, o contigente de internautas brasileiros pulou de 1 milhão para 42 milhões. No ano passado, por exemplo, foram vendidos mais computadores do que aparelhos de TV.

Menos pessoas assistem à TV aberta. O horário das novelas é o mais prejudicado. Segundo Keila, a participação da Globo no total de TVs ligadas na trama das 6 caiu de 56%, em 2006, para 40,9% em 2008. No horário nobre, faixa das 21 horas, o número desabou de 67,4%, em 2006, para 59% em 2008.

‘A queda tem razões e proporções diferentes nas emissoras. Na Globo, as audiências estão caindo por causa dos efeitos da concorrência”, ataca o autor de novelas da Record, Tiago Santiago. Já aqui, o ibope caiu porque sofremos a concorrência inesperada de Pantanal e também por conta do horário eleitoral, que derrubou o número de TVs ligadas,afirma ao jornal.

O autor Silvio de Abreu se defende: ‘’se você olhar pela porcentagem da audiência, mesmo com índices menores – resultado de menos aparelhos ligados – a novela das 9 da Globo é ainda o programa mais assistido” .

Santiago descarta a possibilidade de crise das novelas e a fuga de telespectadores jovens. Segundo a reportagem, o horário nobre da TV aberta está “envelhecendo”. Por isso a preocupação em produzir tramas que atraiam este público, hoje cada vez mais antenado em multiplataformas.

Dose de tranqüilidade

O diretor de Mídia da agência DPZ, entretanto, tratou de tranquilizar. Segundo ele, o momento é de mudança, não de pânico. ”Novela boa continua sendo produto forte para os anunciantes, vide o desempenho da reprise de Pantanal no SBT”.

”A queda de ibope com a migração para outras mídias existe, mas talvez esses números virem quando começarem a aferir audiência na mobilidade. Cada vez mais pessoas assistirão a conteúdo em seus laptops, TVs portáteis, celulares…”, finaliza.

As informações e declarações são do jornal “O Estado de São Paulo”.

Do AdNews

A Sociedade Brasileira de Otologia promove nesta segunda-feira (10) o “Dia da Audição”. A data faz parte da Campanha Nacional da Saúde Auditiva.

Um dos objetivos da campanha é alertar os jovens sobre os efeitos do uso contínuo do MP3. De acordo com dados da SOB, o volume de alguns tocadores pode chegar a 120 dB (decibéis), intensidade superior ao limite de 85 dB indicado para não causar danos ao ouvido.

Segundo uma pesquisa do Comitê Científico Europeu de Riscos à Saúde, a maioria dos jovens escuta música no MP3 com o volume entre 100 e 115 dB, o que causará traumas irreversíveis em 10 anos.

No site da campanha, é possível encontrar mais informações sobre os limites de decibéis, além de dicas para prevenção e diagnóstico de problemas auditivos.

Do Yahoo Notícias

Com 400 cópias e um público superior a 487 mil espectadores no fim de semana, 007 – Quantum of Solace fez 55% mais espectadores do que Cassino Royale nos cinemas brasileiros e obteve 9% mais público do que o maior êxito da franquia nos cinemas brasileiros – 007 – O Amanhã nunca Morre.

Dirigido por Marc Foster e estrelado por Daniel Craig, o 22º filme da série estréia somente na sexta-feira, dia 14, nos Estados Unidos.

Galeria de fotos de todos os James Bond da história

No filme, o agente secreto está desiludido pela morte de sua namorada de “Cassino Royale”. Bond quer vingança e vai atrás da organização que chantageou a bela Vesper.

Quando Daniel Craig deu vida ao agente em “Cassino Royale” foi muito criticado por ser loiro e ter “apenas” 1,75 m de altura.

Mas os primeiros números mostram que a crítica estava errada. Resta saber se Quantum of Solace baterá os US$ 600 milhões nos cinemas que fez de Cassino Royale a mais bem-sucedida de todas as aventuras de James Bond.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagine me and you, I do
I think about you day and night
It’s only right
To think about the girl you love
And hold her tight
So happy together
If I should call you up
Invest a dime
And you say you belong to me
And ease my mind
Imagine how the world could be
So very fine
So happy together

{Refrain}
I can’t see me loving nobody but you
For all my life
When you’re with me
Baby the skies will be blue
For all my life
Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together

{Refrain}

Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together
So happy together
How is the weather
So happy together
We’re happy together
So happy together…

Letra do Terra Letras